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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

III Seminário Municipal de Educação em Itatiba

Nos dias 13 e 14 de Novembro de 2015 ocorreu na cidade de Itatiba o III Seminário de Educação Municipal “Práticas Integradoras: vivências e convivências educativas na rede municipal” que teve por objetivo propiciar aos professores da Rede a troca de experiências entre si.
Durante o Seminário a gestora Daniela Alves de Oliveira e as professoras Fabiana Mazzo e Cristiane França da EMEB Maria Salles de Souza apresentaram o trabalho sob o tema “Técnicas para reforçar a boa fluência”. A apresentação foi possível mediante os aprendizados construídos por meio do curso Gestão de Sala de Aula (GSA) que realizaram pela Elos Educacional em parceria com a Fundação Lemann. 
Durante a apresentação trataram da importância de uma leitura fluente de forma a contribuir com o avanço da aprendizagem dos alunos e relataram as experiências exitosas que tiveram com a aplicação das técnicas com esse foco propostas pelo curso Gestão de Sala de Aula.
A gestora Daniela realizou durante o curso GSA ao longo do ano de 2015 e teve um excelente aproveitamento das atividades.
O formador Alex Moreira que a acompanhou durante esse processo formativo ressalta o comprometimento e envolvimento que a gestora apresentou com a realização das atividades propostas durante toda a formação. O formador completa: “As gestoras da EMEB Maria Salles de Souza abraçaram a proposta de observação de sala de aula com foco formativo oferecida pelo curso e também a aplicação de pautas formativas, isso possibilitou um olhar ainda mais atento para a prática pedagógica dos professores da unidade escolar, contribuindo assim para a aprendizagem ainda mais efetiva por parte dos alunos. A apresentação no Seminário reflete apenas uma pequena parte do grande trabalho que as gestoras e professores estão realizando na escola”.

Acesse nossa página http://www.eloseducacional.com/encerramento-curso-gestao-de-sala-de-aula-2015/ e veja também as fotos do encerramento do curso com os gestores da rede no último dia 11 de dezembro. 


Por: Alex Moreira Roberto 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Gestão para a Aprendizagem: uma experiência exitosa

Por: Priscila de Giovani 
Formadora do Curso Gestão para a Aprendizagem e Mestre em Educação: Currículo


O curso Gestão para a Aprendizagem recebeu mais 790 novos gestores no 2º semestre de 2015. São diretores e coordenadores que desejam melhorar os resultados da escola e entendem que a mudança dos processos na gestão é essencial para alcançar as metas e objetivos comuns para que todos os alunos aprendam.

Todos os gestores cursaram o módulo inicial Gestão Estratégica e em setembro escolheram outro módulo para estudo, entre eles estão: Gestão de Resultados, Gestão Pedagógica e Formação de Professores; Gestão Pedagógica e Planejamento; Gestão de Pessoas e Liderança; e Gestão de Pessoas e Clima Escolar. A escolha é realizada pela dupla gestora a partir da necessidade real da unidade escolar em que atuam. Nesse mês de novembro estão na fase de elaboração do plano de ação que será implementado no 1o semestre de 2016, segunda etapa de estudos no curso.

Acompanhe agora uma entrevista realizada com uma dupla de gestores de Três Pontas, Minas Gerais, que terminou o módulo Gestão Pedagógica e Formação de Professores.

1. Esse módulo contempla quatro unidades de estudo:  formação de professores; observação de sala de aula; feedback formativo aos docentes e pauta formativa. Qual unidade mais contribuiu para sua prática?
A estratégia de observação de aulas ampliou nosso olhar para formação do professor. Ela nos aproximou da prática docente. Na aplicação da atividade realizamos uma observação e a forma organizada deixou o professor tranquilo, seguimos todas as etapas previstas (o que fazer antes, durante e depois). Com o feedback foi possível fazer o professor pensar e também teve espaço de diálogo, ele elogiou a forma organizada e afirmou que esse processo – observação e feedback - contribuíram para sua prática.


2. Quais são as perspectivas de aplicação dos estudos realizados, tanto da realização das observações com a pauta para formação?
Acreditamos ser proveitoso para nós gestoras, pois o tempo todo os estudos nos permitiram refletir sobre a nossa prática. Passamos por um momento de acreditar que o que fazíamos era o correto e suficiente e essas estratégias fizeram com que revisássemos os nossos fazeres. Foi um processo de desestabilização e replanejamento. Já estamos aplicando o que aprendemos.

3. Qual o foco elegeram para o plano de ação? Por quê?
Inicialmente pensamos em dois focos, mas com a ajuda da nossa formadora conseguimos eleger a “competência escritora dos alunos” como justificativa para formar os professores.  Avaliamos que há defasagem na aprendizagem dos alunos sobre esses aspectos e constatamos que os nossos professores também precisam ressignificar práticas para que os alunos produzam bons textos. Decidimos realizar um plano com foco na formação dos professores para que possam contribuir no desenvolvimento da competência escritora dos alunos.

4. Como acreditam que esse plano terá impacto na aprendizagem dos alunos?
Alcançando nosso objetivo na formação do professor, consequentemente nossos alunos terão maior possibilidade de aprendizagem.

5. Quais são as contribuições do curso da formação do líder na escola?
Um bom gestor é aquele que reflete sobre sua prática e o curso fez com que enxergássemos alguns pontos falhos para tentar acertar, assim, nos dois módulos estudados, revisitamos práticas e conhecemos estratégias de gestão que estão contribuindo para a nossa formação.


Escola: EM Cônego Vitor
Três Pontas MG

Christiane Mendonça Marchetti
Coordenadora Pedagógica

Erica Araujo Pereira Mendonça
Diretora




segunda-feira, 12 de outubro de 2015

O papel do coordenador pedagógico


O papel do coordenador pedagógico é muito importante na escola, mas ainda é uma função em construção. E quais são suas principais atribuições?
Assista ao vídeo e veja como o coordenador pode desenvolver seu trabalho de maneira qualificada e colaborativa com foco em sua ação formativa, visando sempre a aprendizagem dos alunos.



quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Escola é escolhida como destaque no Curso Gestão para a Aprendizagem

O curso Gestão para a Aprendizagem, oferecido pela Fundação Lemann em parceria com a Elos Educacional e reconhecido pela UNESCO como uma das referências para a formação de gestores na América Latina, está em sua 5ª edição.
No último semestre, cerca de 80 escolas implementaram os planos de ação com suas equipes.
Ao final, os melhores planos implementados, foram apresentados pelos formadores e escolhidos por uma banca formada por especialistas.
O plano escolhido na última edição foi da Escola Clarinda de Almeida Mello, situada na cidade de Amparo - SP.
Com um projeto voltado para a aprendizagem de conteúdos de matemática, a escola conseguiu melhorar significativamente os resultados dos alunos e envolver toda a equipe.
Saiba um pouco mais sobre este trabalho e como é possível engajar toda a equipe em prol de um objetivo comum.

https://www.dropbox.com/s/9h9n9jzwmx6mlgp/GAP_CASE_EscolaClarinda_Blog.pdf?dl=0


domingo, 4 de março de 2012

0s assuntos que não podem faltar na agenda da dupla gestora 0s assuntos que não podem faltar na agenda da dupla gestora



Nos corredores, no pátio ou na sala dos professores, diretor e coordenador pedagógico se encontram todos os dias. Nessas ocasiões, trocam comentários sobre o que está acontecendo no momento na escola, tratam de problemas pontuais e até decidem sobre alguma questão rapidamente, ali mesmo, em pé. Porém essas conversas breves não podem ser a tônica do contato entre os dois. Para assumirem definitivamente o papel de gestores que lhes cabe, os educadores que ocupam essas funções precisam se corresponsabilizar pelos rumos do ensino oferecido na unidade, discutirem os problemas e, juntos, encontrarem as soluções. 

Para tanto, é interessante reservar um horário específico para que eles possam se sentar com calma, analisar os dados da escola e empreender as iniciativas necessárias. As reuniões periódicas entre a direção e a coordenação pedagógica são a maneira mais profissional de consolidar essa relação. 

Mas por que toda essa formalidade? Ela é necessária? Sim, pois os encontros marcados - o recomendado é que eles aconteçam, no mínimo, uma vez por semana, de preferência em dias fixos - dão importância à parceria entre os gestores, ajudam a otimizar o tempo e impedem que assuntos de menor importância se sobreponham aos mais relevantes - que devem estar na pauta das reuniões. "Sem essa rotina, os imprevistos acabariam preponderando e as interrupções no dia a dia seriam tantas que não sobraria tempo para cumprir as atividades planejadas. E, no improviso, a discussão não adquire profundidade", argumenta Débora Rana, selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10 na Categoria Gestor, e formadora de professores e coordenadores pedagógicos do Instituto Avisa Lá, em São Paulo. 

Assuntos a tratar é que não faltam - como você vai ver nesta reportagem. Juntamente com consultores e duplas gestoras que já vivenciam uma rotina em comum, selecionamos os dez principais temas que devem estar sempre presentes na agenda conjunta desses líderes. Conheça também a história de algumas equipes que conseguiram planejar com mais clareza as ações pedagógicas para a escola depois de instituir o hábito de se reunir com frequência.

1. ORGANIZAÇÃO DO CALENDÁRIO ESCOLAR
Esse é um dos principais tópicos da pauta das reuniões, já que é preciso organizar a rotina interna, adequando as semanas de provas, as reuniões de pais, a entrega das notas e as finalizações dos projetos didáticos ao calendário fixado pela Secretaria de Educação. Vale lembrar que o planejamento dos professores para cada turma depende dessas definições. Durante as conversas semanais entre direção e coordenação, verifica-se se o cronograma está em ordem ou se é preciso revê-lo. Caso um feriado ou um programa de formação externo coincidam com um encontro pedagógico semanal, uma data alternativa será escolhida. Ela precisa se encaixar tanto no planejamento elaborado pelo coordenador como na organização do uso dos espaços - supervisionada pelo diretor.

2. REVISÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO (PPP)
Esse documento - que traz os objetivos da instituição e os meios para alcançá-los - pressupõe uma revisão periódica. Uma ou duas vezes por ano, o assunto entra na pauta dos gestores para que eles identifiquem os passos seguintes para alcançar as metas e planejem as assembleias para debater as mudanças (como será a participação da equipe, como tornar o debate mais produtivo, o número de encontros etc.). E, depois de tudo isso, é preciso ainda definir quem vai formalizar e supervisionar as alterações no documento.

3. ANÁLISE DE RESULTADOS DOS ALUNOS
O desempenho dos estudantes norteia as ações da escola, por isso o tema vai estar sempre presente nas reuniões. O coordenador deve sistematizar em tabelas os resultados de avaliações internas e externas, o aproveitamento dos alunos nas atividades em sala e o progresso das turmas em um período e, em seguida, analisá-los com a direção. "O diretor está mais atento a questões extraclasse e esse olhar pode indicar novas soluções para um problema", diz a coordenadora Mônica Guerra, da Associação Parceiros da Educação, em São Paulo.

4. ELABORAÇÃO DE PROJETOS INSTITUCIONAIS
A escolha dos temas e das abordagens dos projetos está diretamente vinculada ao item anterior e à análise criteriosa que os gestores devem fazer para que as iniciativas estejam em consonância com as orientações do PPP. Ideias vindas da equipe ou dos professores, que colaborem para que os objetivos da escola sejam atingidos, podem ser integradas ao cronograma pela coordenação e ao planejamento da direção, que deverá prever os materiais necessários para a concretização das propostas. Se uma delas, por exemplo, previr atividades no contraturno, a equipe gestora terá de checar se existe sala vaga ou um espaço adequado e se é preciso ter um professor presente ou se um monitor dá conta de acompanhar os estudantes. A finalização do projeto, igualmente, demanda decisões conjuntas sobre a exibição da produção dos alunos e a participação da comunidade.

Silvana Tamassia
5. FORMAÇÃO DOS PROFESSORES EM SERVIÇO
Esse assunto também costuma figurar na maioria dos encontros. Como responsável pela formação de professores, o coordenador pedagógico detecta rapidamente as necessidades da equipe docente - o que pode ser percebido inclusive com a análise dos resultados dos alunos. "Os registros dos professores e dos próprios coordenadores, feitos durante as observações das aulas, dão uma base mais concreta à tomada de decisão da dupla", explica Silvana Tamassia, consultora educacional e formadora na Fundação Lemann, em São Paulo. Muitos diretores até participam de reuniões dos formadores com os professores, mas isso não é obrigatório. O importante é que os gestores estejam de acordo com o foco definido, decidam como atender às necessidades de trabalho do coordenador pedagógico, providenciem um espaço específico, disponibilizem projetores de vídeo e busquem apoio junto à equipe técnica da Secretaria da Educação.
 
6. DIÁLOGO CONSTANTE COM A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
As orientações da rede de ensino sobre as políticas públicas devem ser discutidas pelos gestores de cada unidade para que haja consenso sobre como elas serão apresentadas aos docentes e incluídas na pauta de formação. Da mesma forma, as necessidades dos professores que dependam de providências da Secretaria devem ser levadas pelo coordenador ao diretor para que faça a interlocução com a rede. Dessa maneira, ele terá informações mais detalhadas para fundamentar a requisição de, por exemplo, um profissional de Atendimento Educacional Especializado - cuja necessidade fica clara em registros de aulas da equipe docente - ou de cursos de atualização ou extensão, que se mostram importantes para o planejamento da formação elaborado pela coordenação.

7. PREPARAÇÃO DO CONSELHO DE CLASSE
Para essa reunião, que costuma estar na pauta da dupla gestora até quatro vezes por ano, é necessário retomar os registros dos diagnósticos e observar outros dados além das notas, como se os dias letivos do bimestre foram cumpridos. Para que o conselho se torne, de fato, um momento formativo, é essencial partilhar informações, observar as dificuldades institucionais e prever estratégias - quais serão as metas e a quem serão delegadas as missões.

8. AQUISIÇÃO, USO E CONSERVAÇÃO DE MATERIAIS
O que comprar, para que e como usar os materiais pedagógicos são questões que diretor e coordenador terão de responder juntos - e decidir também. Por isso, esse tema reaparece a cada nova demanda. O coordenador identifica as necessidades dos alunos e avalia o que precisa ser adquirido com mais urgência. Para evitar desperdício ou subutilização, os recursos - os adquiridos com verba própria e os recebidos pela rede - têm seus usos planejados nas reuniões da equipe gestora, garantindo que todos os alunos tenham acesso a eles. "Não se forma leitores com a biblioteca fechada", argumenta Neurilene Martins, coordenadora pedagógica do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa (Icep).

9. ARTICULAÇÃO COM AS FAMÍLIAS
Das reunião de pais às festas na escola, tudo passa pelo crivo da direção e da coordenação pedagógica - atentos sempre para saber se os eventos cumprem a finalidade de envolver a família na aprendizagem dos filhos e de divulgar o PPP. As reuniões de pais pedem uma atenção maior, pois é preciso decidir os assuntos a discutir e como abordá-los. Que pontos do currículo, e fora dele, devem ser debatidos? "Temas sem relação direta com o aprendizado, como drogas e violência, que são de interesse dos pais, podem influenciar o processo de ensino", relata Regina Giffoni Brito, professora da pós-graduação do departamento de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

10. MOBILIZAÇÃO DOS SEGMENTOS ESCOLARES
Ao liderar os profissionais que trabalham na instituição, o diretor torna-se responsável por criar um fluxo de comunicação com cada segmento. O coordenador pedagógico, por acompanhar a prática docente, traz detalhes sobre a motivação e o desempenho dos professores, enriquecendo o repertório do gestor para dar devolutivas consistentes ao grupo. A pauta dos encontros com os funcionários, quando preparada pelo diretor e o coordenador, ganha um viés formativo. "Discutir as refeições com as merendeiras é também falar de alimentação saudável, um tema curricular. Daí a importância da articulação entre o administrativo e o pedagógico", diz Heloísa Lück, diretora do Centro de Desenvolvimento Humano Aplicado (Cedhap), em Curitiba.

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/10-assuntos-nao-podem-faltar-agenda-dupla-gestora-677027.shtml


Fonte: Revista Nova Escola - Aurélio Amaral 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O papel do diretor na gestão dos espaços escolares

Mesmo sem estar presente na escola, o diretor demonstra sua preocupação e cuidado com os diferentes espaços de aprendizagem da escola a partir de pequenos cuidados com cada um deles. Saiba mais na reportagem disponível no link a seguir:

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor-presente-toda-escola-644621.shtml?page=0

domingo, 7 de novembro de 2010

Conselhos de Escola

Os Conselhos de Escolas são colegiados formados dentro das escolas com a participação de representantes de pais, funcionários, alunos e professores.
Eles são espaços importantíssimos de apoio à Gestão Democrática na escola.
Para ajudar as escolas no fortalecimento dos Conselhos Escolares o MEC criou um material de apoio com o intuito de favorecer o desenvolvimento desses colegiados. Para saber mais, acesse o link abaixo e leia o caderno com as orientações gerais.

http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Consescol/ce_gen.pdf

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE

Observatório lança publicação com balanço do Plano de Desenvolvimento da Educação

Três anos após a sua criação pelo governo federal, o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) ainda é um desafio para pesquisadores e pessoas atuantes na área, que têm dificuldade em fazer seu monitoramento e avaliar o impacto do plano sobre a educação brasileira.

A análise sobre a implantação das ações e programas que estruturam o plano é o foco da edição 28 do “Desafios da Conjuntura”, produzido pelo Observatório da Educação (baixe o caderno na íntegra aqui).

Inspirada no debate “O Plano de Desenvolvimento da Educação – resultados e desafios”, realizada em setembro de 2009 na Ação Educativa, a publicação contém artigos, entrevistas, análises da cobertura midiática e reportagens sobre o PDE.

O ministro da educação Fernando Haddad, a pesquisadora da USP Maria Clara di Piuerro, a deputada federal Maria do Rosário e o presidente do Conselho Nacional da Educação, César Callegari, são alguns dos entrevistados. Maria do Carmo Brant Carvalho, Sérgio Haddad e Clemente Ganz Lúcio discutem em artigos os resultados e desafios do plano.

Baixe aqui o caderno na íntegra, em PDF.

A versão impressa será disponibilizada gratuitamente às pessoas interessadas no tema, que devem entrar em contato com o Observatório da Educação.

Contatos:
observatorio@acaoeducativa.org
(11) 3151-2333 ramais 170 e 175


Fonte: http://www.observatoriodaeducacao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=942:observatorio-lanca-publicacao-com-balanco-do-plano-de-desenvolvimento-da-educacao&catid=66:pde&Itemid=104

quinta-feira, 18 de março de 2010

2ª Seminário Líderes em Gestão Escolar

Aconteceu nesta semana o 2º Seminário de Líderes em Gestão Escolar organizado pela Fundação Lemann.
O encontro contou com a participação de Secretários de Educação dos municípios do Estado de São Paulo que assistiram palestras e debateram sobre diversos temas.
Para saber mais e conhecer um pouco do que foi apresentado, clique no nome dos palestrantes e conheça um pouco mais sobre o assunto:

  • Devolutiva da pesquisa sobre o perfil dos secretários
Paula Louzano (Doutora pela Escola de Pós-Graduação em Educação da Universidade Harvard)

  • Financiamento - De onde virão mais recursos para educação e para onde devem ir?
Daniel Cara (Coordenador da Campanha Nacional pelo Direito a Educação)
Moacir Feitosa (Secretário de Educação de São Luis do Maranhão)
Cesar Callegari (Presidente do Conselho Nacional do FUNDEB)
  • Padrões de Ensino - Discussão sobre Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental
Lucia Couto (Secretária de Educação de Diadema e Vogal da Diretoria Executiva da UNDIME/SP)
  • Padrões de ensino - como melhorar a dinâmica da sala de aula com observação
Maria Madalena dos Santos (Especialista em Educação do Banco Mundial) Barbara Bruns (Economista Chefe de Educação para a Região da América Latina e Caribe do Banco Mundial)

Tadeu da Ponte (Professor do Insper e sócio fundador da Primeira Escolha)
  • Responsabilidade no nível escola: autonomia ou abandono - uma visão do ponto de vista da escola

Angela Mello (Coordenadora do GSE - Gestão Para o Sucesso Escolar) Maria Luiza Ramos (Tutora do GSE)

  • Sistemas de avaliação - Uma boa ferramenta para gestores e professores melhorarem a qualidade da educação

Prof. Reynaldo Fernandes (Universidade de São Paulo e Ex-Presidente do INEP)

Prof. Francisco Soares (Universidade Federal de Minas Gerais)

  • Carreira Docente - qual o perfil de um bom professor e como avaliá-lo?

Guiomar Namo de Melo (Pedagoga pela USP e Doutora em Educação pela PUC-SP)

Gabriela Moriconi (Coordenadora-Geral de Instrumentos e Medidas Educacionais da Diretoria de Estudos Educacionais - INEP/MEC)

  • Tecnologia e Educação

João Roberto Moreira Alves (Presidente da ABT Associação Brasileira de Tecnologia Educacional e do IPAE - Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Para tecer o ano novo

Para tecer o ano novo


O início do ano é o momento de avaliar a escola que temos para construir aquela que almejamos

"Se ficarmos alertas, descobriremos que o possível é mais amplo. Muitas vezes, ele tem de ser inventado."


Foto: Marcos Rosa

Se o horizonte da ética é o bem comum, quando procurarmos ir ao seu encontro nas nossas escolas, temos de fazê-lo realizando um trabalho coletivo e solidário.


Sempre que penso nisso, me sinto inspirada por um belo poema escrito por João Cabral de Melo Neto, que se chama Tecendo a Manhã. Ele nos revela que "um galo sozinho não tece uma manhã/ ele precisará sempre de outros galos" e que é preciso cruzar "os raios de Sol dos gritos dos galos/ para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo entre todos os galos". A beleza da metáfora nos leva a pensar no significado do trabalho que desenvolvemos, principalmente no início do ano - momento de retomar projetos, de dar continuidade às propostas e de buscar, às vezes, novos rumos.


É hora de arregaçar as mangas e de se empenhar nas ações, procurando caminhar em direção aos objetivos traçados. Para isso, vale ficar à disposição para ampliar saberes, compartilhar experiências, voltar a atenção para o que acontece ao nosso lado e ao redor, tanto na escola quanto na comunidade. Só assim, o ano pode, realmente, ser chamado de novo. Queremos realizar um trabalho da melhor qualidade. Esse desejo se configura como um ideal de caráter utópico - lembrando que a utopia não é algo impossível de existir, mas que ainda não existe e em cuja construção devemos nos empenhar. O ideal, expresso nos projetos que estamos desenvolvendo, se refere sempre ao que está por vir. Começamos todo dia a escola do amanhã na escola em que estamos hoje.


Temos, então, de considerar o tempo todo o que fazemos e o que temos para confrontar com o que queremos e com o que ainda precisamos construir. Esse trabalho se faz em coro, na harmonização de vozes diferentes, com a regência dos gestores-maestros, que, na escola, têm também a tarefa de cantar com os demais.


O poema de João Cabral ajuda-nos a iluminar o núcleo de nossa reflexão. E eu peço licença ao poeta para ler de um jeito diferente o verso inicial: "Um galo sozinho não tece um amanhã". Porque não se trata do caráter coletivo de uma construção qualquer. Estamos pensando na criação do amanhã da escola para que ela seja melhor do que a que temos hoje. Porque ainda não temos a escola que desejamos e isso significa que há sempre possibilidade de nos mobilizarmos para construí-la.


Os gestores precisam estar atentos a uma afirmação com a qual nos deparamos com frequência: "Estamos fazendo o possível". Se ficarmos alertas, descobriremos que o possível é mais amplo do que parece. Muitas vezes, ele tem de ser inventado. E não podemos deixar seu projeto para depois nem pensar nele apenas no início do ano letivo, mas durante o ano novo inteiro.


Terezinha Azerêdo Rios
É professora do programa de pós-graduação da Universidade 9 de Julho, em São Paulo.


Fonte: Nova Escola Gestão Escolar - fev/março 2010

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Planejamento 2010

O fim do ano está aí e já é hora de começar a pensar em 2010. Para os gestores, a Nova Escola Gestão Escolar deste mês traz algumas reportagens especiais que podem ajudar neste planejamento. Veja a seguir os principais assuntos e saiba mais sobre eles:

SEMANA PEDAGÓGICA - Planejamento 2010
Para ajudá-lo a elaborar os encontros que acontecem no início do ano com a equipe pedagógica e os funcionários, NOVA ESCOLA GESTÃO ESCOLAR traz, dia a dia, tudo o que é preciso para garantir o envolvimento da equipe e a revisão do Projeto Político Pedagógico.
E mais: um plano para receber os alunos nos primeiros dias de aula.

ENTREVISTA - Chris Cerf
O subsecretário de Educação da cidade de Nova York conta como os diretores escolares garantem a melhoria do desempenho da escola com autonomia e cobrança de resultados.

CONSELHO DE CLASSE - Reuniões mais produtivas
Saiba como uma escola do Paraná revolucionou os encontros de gestores e professores levando sugestões de pais e alunos.

ADAPTAÇÃO - O fim de cinco mitos
Para receber melhor as crianças, os professores precisarão rever conceitos, com a ajuda do coordenador pedagógico.

ESCOLA INTEGRAL - Aprendizagem o dia todo
Conheça a história do Colégio Municipal Belo Horizonte e saiba como os gestores uniram as atividades extras ao currículo.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Gestor Nota 10 - 2009

Em 2007, aos 15 anos, Marcelo Siqueira já havia repetido cinco vezes a 5ª série do Ensino Fundamental, com direito a um ano inteiro fora da escola antes da última bomba. Ele não acreditava mais que pudesse avançar e estava a ponto de abandonar os estudos - como fazem 19% dos alunos que cursam uma série abaixo da que seria a prevista para a idade. Porém esse não foi o destino de Marcelo. Em 2008, o garoto teve a chance de participar do programa de aceleração A Hora É Essa - Avanço Excepcional, implantado no Centro de Ensino Fundamental (CEF) 427, em Samambaia, a 45 quilômetros de Brasília - que rendeu ao diretor da escola, Amarildo Reino de Lima, o título de Gestor Nota 10 no Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10. O trabalho destacou-se entre os 644 inscritos na categoria por concentrar esforços de toda a equipe para corrigir o fluxo de alunos em defasagem idade-série.

Em 2008, quando Amarildo assumiu a direção do CEF 427, perto de 400 dos mil matriculados no Ensino Fundamental já tinham repetido de ano pelo menos uma vez e ele estabeleceu como objetivo solucionar essa distorção.

Quer conhecer melhor o projeto? Acesse o link abaixo e saiba mais sobre este trabalho:

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor/oportunidade-para-aprender-correcao-fluxo-distorcao-idade-serie-repetencia-508906.shtml

domingo, 25 de outubro de 2009

Perfil do Diretor Escolar

A Revista Nova Escola Gestão Escolar, encomendou junto ao IBOPE uma pesquisa sobre o perfil do diretor escolar. São dados muito interessantes que ajudam a descobrir o perfil do gestor e quais as ações mais significativas são realizadas por ele, de modo a contribuir na busca da qualidade do trabalho na escola.
Acesse o link abaixo e veja a pesquisa na íntegra:

http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/diretor_escolar.pdf