segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Concurso Público

A prefeitura de São Bernardo do Campo abre inscrições no período de 23 de agosto a 14 de setembro para vários cargos na área da educação: professor, diretor, inspetor de alunos, auxiliar administrativo.
Para saber mais, acesse o edital no link abaixo:

http://www.vunesp.com.br/concursos/psbc1001/edital_psbc1001.pdf

Projeto Juventude e Prevenção da Violência

Projeto Juventude e Prevenção da Violência

Fundação Nosso Lar juventude_violenciaO Ministério da Justiça, por meio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - Pronasci firmou Termo de Parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública para o desenvolvimento e execução de ambicioso programa de trabalho sobre juventude e prevenção da violência. A parceria visa produzir insumos para a Coordenação de Juventude do Pronasci e, sobretudo, aprofundar o conhecimento em torno da associação de jovens de 12 a 29 anos com a violência.
Acesse os links para obter todo o material.

Cartilha 01
Cartilha 02
Cartilha 03
Cartilha 04
Cartilha 05

sexta-feira, 30 de julho de 2010

GUIA FÁCIL DA COLETA SELETIVA

Quer desenvolver um projeto de reciclagem com sua turma?
Veja abaixo resposta para algumas questões sobre o assunto que podem lhe ajudar neste trabalho:
1) Porque hoje se fala tanto em Coleta Seletiva?

Não é novo o fato de que as cidades produzem, diariamente, milhares de toneladas de lixo e que esse é um problema que vem se tornando cada vez maior. No entanto, estamos chegando a um ponto em que já não é mais possível prosseguir sem que medidas mais eficazes sejam tomadas. Os aterros já não conseguem absorver tanto lixo, e a degradação do meio ambiente está tomando proporções perigosas para nossa sobrevivência no planeta.
Nossos rios e represas estão cada vez mais contaminados, ratos e insetos proliferam, as ruas estão sujas favorecendo todo o tipo de doenças.
Em função disso, o poder público e a própria sociedade vem buscando soluções que preservem o meio ambiente e a nossa própria vida.
2) Porque a Coleta Seletiva vem sendo considerada uma solução no problema do Lixo?

Porque através da Coleta Seletiva podemos separar os materiais recicláveis dos não recicláveis. Isso quer dizer que uma parte do lixo pode ser reaproveitada, deixando de se tornar uma fonte de degradação para o meio ambiente e tornando-se uma solução econômica e social, passando a gerar empregos e lucro.

3) Quais são as vantagens da Reciclagem do Lixo?

As vantagens são muitas:
• A diminuição do consumo de matérias primas virgens (muitas delas não são renováveis e podem apresentar ainda exploração dispendiosa).
• Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar.
• Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população.
• Prolonga a vida útil de aterros sanitários.
• Melhora a produção de compostos orgânicos
• Gera empregos para a população não qualificada e receita para os pequeno e micro empresários
• Gera receita com a comercialização dos recicláveis
• Estimula a concorrência, uma vez que os produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens.
• Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.

4) Quais são os materiais que podem ser reciclados?

Em geral, é possível reciclar papéis, vidros, plásticos e metais.

5) Quais são os materiais que não podem ser reciclados?

Não se recicla:
O Lixo Orgânico, ou seja, restos de comida, cascas de legumes, frutas, cascas de ovos, etc...
Os chamados Rejeitos, que seriam lenços, papel higiênico, absorventes e guardanapos de papel sujos, fotografias, bem como espuma, acrílico, espelhos cerâmicas, porcelanas, tijolos, etc...
Resíduos específicos, ou seja, pilhas e baterias.
Resíduos hospitalares, algodão, seringas, agulhas, gazes, ataduras, etc...
Lixo químico ou tóxico, como por exemplo embalagens de agrotóxicos, latas de verniz, solventes, inseticidas, etc...


6) Eu moro em um prédio e o lixo não é reciclado. Como posso colaborar para a implantação da Coleta Seletiva no prédio?

O primeiro passo é gerar CONSCIENTIZAÇÃO. Você pode, junto ao Síndico de seu prédio, elaborar um plano para conscientizar os moradores das vantagens da Coleta Seletiva. Isso pode ser feito através de palestras, cartazes informativos, manuais de Coleta Seletiva.
O importante é mostrar que a Coleta Seletiva, atualmente, é algo fácil, além de vantajoso. Basta o desejo e a boa vontade de todos.
7) Eu moro em um prédio de apartamentos e os moradores estão dispostos a reciclar o lixo. Qual é o próximo passo?

O próximo passo será elaborar um PROJETO DE RECICLAGEM, onde será considerada a logística do prédio e a forma como o lixo será coletado. Feito isso, você já estará apto a adquirir os coletores específicos para o seu caso, e fazer com que sejam devidamente sinalizados.

8) E depois de feita a Coleta Seletiva? O que eu faço com o Lixo Reciclável?

Existem várias maneiras de se dar destino ao Lixo Reciclável:
Caminhões de Serviço de Limpeza: A prefeitura já disponibiliza caminhões que recolhem o lixo reciclável em dias específicos. Consulte, junto ao serviço de limpeza pública, os dias em que esses caminhões passam no seu bairro.
Entrega Voluntária: Existem vários postos de entrega voluntária na cidade, que arrecadam o lixo reciclado. Esses postos ficam em supermercados, escolas, parques, praças, etc. Nesses postos você poderá entregar o lixo, depositando-o no seu respectivo coletor.
Empresas especializadas em recolhimento de recicláveis: São empresas que coletam o lixo e o encaminham para as usinas de reciclagem. Isso é feito através de uma solicitação sua, e da realização de um contrato. Em geral isso é feito quando a quantidade de lixo á maior.

9) Eu já comecei e reciclar o lixo, mas fico confuso com relação a alguns itens. Existe uma tabela que diga em detalhes o que pode ou não ser reciclado?

Você pode consultar as TABELAS DE RECICLAGEM, que trazem de forma detalhada os materiais recicláveis e não recicláveis dentro das categorias Plástico, Metal, Papel e Vidro.
10) Eu posso escolher os coletores nas cores que eu quiser ou existe uma padronização das cores?

Se você for separar apenas o Lixo Reciclado do Não Reciclado, terá mais flexibilidade na escolha dos coletores.
Mas se você for separar detalhadamente os materiais recicláveis, nas categorias plástico, metal, papel e vidro, existe uma padronização, como se segue:
AZUL:  papel/papelão
VERMELHO: plástico
VERDE: vidro
AMARELO: metal
PRETO: madeira
LARANJA: resíduos perigosos
BRANCO: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde
ROXO: resíduos radioativos
MARROM: resíduos orgânicos
CINZA: resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação

Quer saber mais sobre o que pode e o que não pode ser reciclado? Clique na tabela abaixo:























Fonte: http://www.naturallimp.com.br/newSite/home/index.php?area=a003

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE

Observatório lança publicação com balanço do Plano de Desenvolvimento da Educação

Três anos após a sua criação pelo governo federal, o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) ainda é um desafio para pesquisadores e pessoas atuantes na área, que têm dificuldade em fazer seu monitoramento e avaliar o impacto do plano sobre a educação brasileira.

A análise sobre a implantação das ações e programas que estruturam o plano é o foco da edição 28 do “Desafios da Conjuntura”, produzido pelo Observatório da Educação (baixe o caderno na íntegra aqui).

Inspirada no debate “O Plano de Desenvolvimento da Educação – resultados e desafios”, realizada em setembro de 2009 na Ação Educativa, a publicação contém artigos, entrevistas, análises da cobertura midiática e reportagens sobre o PDE.

O ministro da educação Fernando Haddad, a pesquisadora da USP Maria Clara di Piuerro, a deputada federal Maria do Rosário e o presidente do Conselho Nacional da Educação, César Callegari, são alguns dos entrevistados. Maria do Carmo Brant Carvalho, Sérgio Haddad e Clemente Ganz Lúcio discutem em artigos os resultados e desafios do plano.

Baixe aqui o caderno na íntegra, em PDF.

A versão impressa será disponibilizada gratuitamente às pessoas interessadas no tema, que devem entrar em contato com o Observatório da Educação.

Contatos:
observatorio@acaoeducativa.org
(11) 3151-2333 ramais 170 e 175


Fonte: http://www.observatoriodaeducacao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=942:observatorio-lanca-publicacao-com-balanco-do-plano-de-desenvolvimento-da-educacao&catid=66:pde&Itemid=104

quarta-feira, 28 de julho de 2010

20 mil!

Chegamos a 20 mil acessos!!!

Obrigada a todos os nossos leitores e parceiros que contribuiram para isso.


Esperamos continuar fazendo deste um espaço de troca, divulgação, aprendizagem, visando sempre a melhoria na qualidade da educação.





A equação do futuro

O Estado de S. Paulo – Domingo, 25 de Julho de 2010

A educação do amanhã substitui a padronização pela criatividade e troca o foco no currículo pela atenção ao aprendiz

Evolução. No passado, aluno diferentes eram ensinados da mesma forma. Hoje, grande desafio é capitalizar a diversidade entre os estudantes
Ano após ano, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) reprova o Brasil no quesito igualdade. O ranking das escolas com melhor desempenho reproduz o abismo da diferença entre a qualidade do ensino oferecido em instituições públicas e privadas. Assim, distancia ainda mais os alunos com a garantia de um futuro bem-sucedido nas universidades dos que engordarão a massa de trabalhadores com escolaridade limitada. O teste final que as avaliações da educação brasileira propõe é como resolver um problema antigo com soluções diferentes e inovadoras.
Para Andreas Schleicher, diretor de Programas de Análise e Indicadores em Educação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e responsável pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), os dados de verificações como o Enem podem sugerir alguns caminhos. Mas a resposta está mesmo na formulação de um novo modelo de educação, "menos centrado no currículo e mais no aprendiz". "Precisamos entender que a aprendizagem não é um lugar, é uma atividade. Sistemas educacionais precisam reconhecer que os indivíduos aprendem de formas diferentes", diz o físico alemão.
Em entrevista por e-mail, Schleicher defende que, quanto mais autonomia a escola e os professores tiverem, maior será sua interação com os alunos. Além disso, os educadores terão de reinventar suas ferramentas para formar jovens preparados para problemas que nem sequer surgiram ainda. "No passado, professores sabiam que o que eles ensinassem duraria por toda a vida do aluno. Nos dias de hoje, a escola precisa preparar os estudantes para profissões que não foram criadas e tecnologias que não foram inventadas." Schleicher faz ainda um alerta aos gestores de educação: "As nações que não têm bons fundamentos nunca pagaram um preço tão alto por essa deficiência".

Quais as razões para avaliarmos tanto os estudantes, com exames ao fim de cada nível de escolaridade? É para filtrar quem deve chegar ou não ao ensino superior?

O propósito das avaliações não é prioritariamente o de definir caminhos de entrada ou saída para os estudantes, mas sim o de identificar necessidades e melhorias no processo de ensino. Bons sistemas de avaliação reconhecem que um aprendizado de excelência abrange tanto o processo quanto seu conteúdo. O resultado dessas avaliações não produz apenas notas para as escolas, mas tenta fornecer uma compreensão abrangente sobre os estudantes e as estratégias conceituais que eles usam para resolver problemas.

O que mais se aproveita do resultado desses exames?

As verificações melhoram o aprendizado de alunos, professores, administradores de escolas e formuladores de políticas públicas. A partir delas, pode-se construir um quadro claro para atribuição de responsabilidades. Isso significa gerar informação que pode ser transformada em ação. Boas avaliações deixam professores mais conscientes de suas deficiências e isso normalmente resulta numa mudança de comportamento. Em vez de simplesmente selecionar e filtrar aqueles que parecem ser os alunos mais talentosos, escolas e professores competentes usam esses dados para distinguir os alunos extraordinários dos medianos, para estimular a capacidade individual.

Qual a importância desse estímulo?

É simples: as oportunidades para aqueles bem educados nunca foram tantas, mas também os indivíduos - e as nações - que não têm bons fundamentos nunca pagaram tão caro for essa deficiência. Na verdade, o preço econômico e social que as sociedades pagam por não educar bem a totalidade de suas crianças é muito mais alto do que seria o investimento na própria educação.
Números do Enem mostram que o Brasil ainda sustenta uma enorme diferença entre o ensino particular e o privado. Estamos investindo pouco em educação?
É importante analisar o contexto dos dados do Enem. Essa é outra lição que bons sistemas de avaliação nos dão: a comparação deve ser feita entre diferentes períodos da mesma escola, para se analisar quanto ela melhorou. O mesmo parâmetro é verdadeiro quando comparamos países. Não é possível comparar substancialmente países como Finlândia e Japão com o Brasil sem levar em conta o contexto socioeconômico. Na verdade, quando se considera esse pano de fundo, o Brasil está entre os mais bem-sucedidos em melhorar seu desempenho educacional e a igualdade. Sistemas educacionais sempre falam de igualdade e agora nós conseguimos medir seu sucesso nisso, na forma como as escolas conseguem moderar o impacto que o background social tem na educação.

O que países como Finlândia e Japão têm a nos ensinar?

Educação de alta qualidade existe em todo o mundo. Na América do Norte, o exemplo é o Canadá. Na Europa, a Finlândia. Na Ásia, temos Japão, Coreia do Sul e Cingapura. Eles são diferentes entre si, mas têm pontos em comum relevantes. Primeiramente , onde estudantes atuam num ambiente caracterizado pelas expectativas de um bom desempenho a relação com os professores melhora e o moral dos educadores aumenta. Muitos países mudaram suas prioridades, saindo do simples controle dos recursos e do currículo para um foco maior nos resultados do processo educacional. Isso tem direcionado esforços no sentido de uma articulação das expectativas que a sociedade tem e a tradução dessas expectativas em parâmetros e objetivos.

O que esses parâmetros determinam?

Eles ajudam a estabelecer conteúdos rigorosos e coerentes em todos os níveis de escolaridade; reduzem as diferenças de currículos entre esses níveis; diminuem a variação desses currículos de classe para classe; facilitam a coordenação de formuladores de políticas públicas; reduzem a desigualdade de currículos entre diferentes grupos socioeconômicos. Muitos sistemas somaram o desenvolvimento desses parâmetros a uma maior atribuição de responsabilidades à linha de frente do ensino, encorajando escolas a dar respostas assertivas aos problemas locais e ajudando escolas e professores a fazer isso de forma significativa.
Como dar essa autonomia a escolas e professores?
Parâmetros claros e específicos permitem acesso às melhores práticas profissionais nas escolas e ajuda os professores a expandir seu repertório de estratégias pedagógicas para personalizar o ensino para todos os alunos e adotar abordagens inovadoras. Os melhores sistemas educacionais do mundo escolhem as pessoas certas para se tornarem professores porque sabem que a qualidade de educação será proporcional à qualidade do corpo docente e porque a escolha errada desses profissionais pode resultar em 40 anos de ensino fraco. Países como a Finlândia e a Coreia do Sul recrutam seus professores entre os 10% dos que se formaram nos primeiros lugares.

E com relação às escolas?

Na maioria dos países exemplares as escolas se tornaram um ponto chave na reforma educacional, e elas são responsáveis pelos resultados que apresentam. Na Finlândia, por exemplo, o planejamento estratégico acontece em todos os níveis do sistema. Cada escola discute a visão nacional do assunto e, paralelamente, o que essa estratégia representam para ela. O mais impressionante nos ótimos resultados de países como Finlândia e Canadá não são apenas as altas médias de desempenho, mas o fato de eles conseguirem que todos os estudantes e as escolas alcancem essa média. A eventual intervenção e apoio nas escolas não é a aplicação de ideias pré-concebidas - ao contrário, trata-se de diagnosticar problemas em cada escola e desenvolver soluções personalizadas. Também se trata de garantir que as escolas que encaram os maiores desafios tenham acesso aos professores e diretores mais talentosos.
Ou seja, profissionais do ensino têm mais responsabilidades.
Exato. Em todos os países que se saíram bem no Pisa, é responsabilidade das escolas e dos professores se engajar na diversidade de interesses dos estudantes, em suas capacidades diferenciadas e em seus diversos contextos socioeconômicos, sem a alternativa de fazer o aluno repetir de ano ou se transferir para uma escola menos exigente - atalhos normalmente usados em países com desempenhos ruins, onde os diretores de escola e professores podem enganar a si próprios dizendo que fizeram a coisa certa, mas têm os alunos errados.

Como a tecnologia está transformando os antigos modelos de ensino?

Uma palavra-chave para o uso da tecnologia na educação costumava ser o aprendizado "interativo". Agora, ele precisa ser "participativo". E, embora a educação a distância seja uma peça importante da educação no futuro, o ensino permanecerá uma experiência humana. Nas gerações passadas, professores sabiam que o que eles ensinassem duraria por toda a vida do aluno. Hoje, a escola precisa preparar os estudantes para mudanças econômicas e sociais mais rápidas do que nunca, para profissões e tecnologias que não foram inventadas e problemas que ainda não sabemos se surgirão. Como podemos criar uma cultura de educação para a vida inteira e para todas as áreas da vida que atinja a todos? O dilema dos educadores é que as habilidades cognitivas rotineiras, aquelas fáceis de ensinar e de avaliar, são também as mais facilmente digitalizadas, automatizadas e terceirizadas. O sucesso em educação não é mais a reprodução de conteúdo e conhecimento, mas é a capacidade de aplicar esse conhecimento em situações inéditas.

Dê um exemplo.

A questão não é se o ensino da matemática deveria ser mais ou menos rigoroso. O desafio é garantir que a matemática não se restrinja a um mundo de equações e teoremas, mas se transforme numa linguagem que permita aos alunos descrever, estruturar e compreender o mundo. O caminho até esse ponto é desafiador.
Estamos nos preparando para esse desafio? Qual seria o modelo de ensino ideal para o século 21?
Num sistema educacional antigo e burocrático, professores eram deixados sozinhos nas classes com uma receita do que ensinar. O modelo moderno estabelecerá objetivos ambiciosos, será mais claro sobre o que os estudantes devem se tornar capazes de fazer, atribuirá responsabilidades e arregimentará professores com ferramentas para ensinar seus alunos individualmente. A educação do passado se resumia a um conhecimento despejado, a do futuro é um conhecimento gerado por professores e estudantes. No passado, alunos diferentes eram ensinados da mesma forma. Hoje, o desafio é incluir a diversidade no ensino. O objetivo do passado era a padronização. Agora, é a criatividade, a personalização das experiências. O passado era centrado no currículo, o futuro é no aprendiz. Nós também precisamos entender que a aprendizagem não é um lugar, é uma atividade. Sistemas educacionais precisam reconhecer que indivíduos aprendem de formas diferentes - inclusive, de formas diferentes ao longo de suas vidas.

Texto por Flávia Tavares

terça-feira, 27 de julho de 2010

Super Interessante

Os editores da Revista Super interessante, em um gesto incomum, liberaram, para leitura e consulta, o conteúdo das edições de 1988 a 2006. Com certeza esta é uma rica fonte de material de pesquisa para trabalhos escolares e para planejamento de aulas e projetos interessantes.
Não deixe de visitar:

http://super.abril.com.br/super2/superarquivo/